terça-feira, 8 de setembro de 2009

Produtos da Vinícola Garibaldi são apresentados na Expointer

Os mais recentes lançamentos da Vinícola Garibaldi foram apresentados na quarta-feira, 2 de setembro, na Expointer, em Esteio. Através de uma parceria entre a empresa, a Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs) e a Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho), foi realizado um evento reunindo associados das duas entidades e convidados.

Na ocasião, os presentes conheceram os espumantes “baby’s” Premium Brut e Moscatel (garrafas de 187 mililitros) e o vinho Cabernet Sauvignon Orgânico (Da Casa). A preocupação com a qualidade dos produtos desde a matéria-prima, os métodos de elaboração e as premiações recentes da vinícola, além de um audiovisual demonstrando a estrutura da empresa, também foram apresentados.

Durante o dia, vinhos da Vinícola Garibaldi também foram servidos durante o almoço da diretoria da Ocergs com o Secretário de Relações Institucionais e anunciado no mesmo dia como diretor do BRDE, Celso Bernardi.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Nem bebendo o pior vinho do mundo .....


sincerally?? não faço idéia se é montagem ou verdade.... mas não faço isso nem se eu beber o pior vinho do mundo... kkkk

Suco de Uva. No Brasil e no Exterior - ótimo!

Participação em duas feiras, uma em São Paulo e outra em Hong Kong, inaugura a parceria firmada entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e o Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf)
A promoção do suco de uva no mercado nacional e internacional começa em setembro com dois eventos. A estreia do Programa de Desenvolvimento Setorial do Suco de Uva, desenvolvido em parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e o Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf), em conjunto com a Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), será na Ásia Fruit Logística, entre os dias 2 e 4 de setembro, em Hong Kong, na China. Logo depois, de 8 a 10 de setembro, ocorrerá a primeira participação coletiva das vinícolas que produzem suco de uva em uma feira nacional dedicada ao setor, a Fruit & Log, em São Paulo.

A parceria, que conta ainda com o apoio do Sebrae e do governo gaúcho, abrange os estabelecimentos vinícolas que elaboram sucos de uva natural e integral nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Pernambuco e Bahia.

Para Raquel Rohden, coordenadora do projeto pelo Ibravin, a estreia do programa na Ásia Fruit Logística é uma grande oportunidade para o suco de uva. Ela lembra que a Ásia é a região que mais cresce no mundo, abrigando quase metade da população terrestre. “Além disso, as taxas de crescimento econômico são superiores às de qualquer outro continente e os asiáticos, também em virtude do aumento da renda per capita e da urbanização, estão alterando seus padrões alimentares e incluindo mais frutas e sucos em sua dieta”, afirma. “Dentro deste contexto, a Asia Fruit Logística é a porta de entrada do suco de uva brasileiro no mercado asiático – oportunizando o aprendizado sobre as culturas locais, além da realização dos contatos comerciais e fechamento de negócios”, complementa.

Outras ações
Além da presença em feiras e eventos, serão desenvolvidas atividades de capacitação em Boas Práticas de Elaboração e degustações em ponto de venda. Também estão programadas participações na Fruit Logistica 2010, de 3 a 5 de fevereiro, em Berlim, Alemanha, e na Gulfood 2010, de 21 a 24 de fevereiro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
As ações ainda prevêem duas edições do Projeto Comprador, com rodadas de negócios com compradores nacionais e internacionais na Fruit&Log, em São Paulo, e na Frutal Cone Sul, de 5 a 7 de novembro, em Bento Gonçalves.
Fonte: Assessoria de imprensa Wines from Brasil

Novas regras de substituição tributária começam a valer dia 1º de outubro para os vinhos gaúchos

A partir de 1º de outubro, o setor de vinhos terá o ICMS recolhido por substituição tributária. Isso significa que a tributação dos estabelecimentos varejistas e atacadistas passarão a ser feitas na indústria, e não mais nos pontos de venda. No dia 1º de setembro, a regra já começa a valer para os setores de material de construção, material elétrico e de ferramentas
O diretor da Receita Estadual, Júlio César Grazziotin, informa que os estabelecimentos atacadistas e varejistas que passarão a recolher ICMS por substituição tributária em setembro têm até o dia 31 de agosto para realizar o levantamento dos estoques. Os arquivos eletrônicos com a declaração de suprimentos devem ser encaminhados à Secretaria da Fazenda até 30 de novembro. Essas empresas terão prazo até março do ano que vem para pagar a primeira das parcelas do ICMS. O valor pode ser dividido em até 30 vezes.
Além de material de construção, material elétrico e de ferramentas, cujas regras começam a valer a partir de amanhã (1º de setembro), outros nove setores mudarão a forma de recolhimento do imposto, de forma gradual. Vinhos e bebidas quentes, bicicletas, brinquedos, material de limpeza, produtos alimentícios e artefatos de uso doméstico farão parte do sistema de substituição tributária a partir de 1º de outubro. Um mês depois, instrumentos musicais, artigos de papelaria, produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos completam a lista de 12 novos integrantes no novo modelo de recolhimento de ICMS.
A inclusão desses 12 segmentos na substituição tributária faz parte de protocolos de ICMS assinados no dia 23 de julho pela governadora Yeda Crusius e pelo governador de São Paulo, José Serra. O diretor da Receita Estadual explica que as empresas que realizam operações com os produtos relacionados nos protocolos podem pleitear a inscrição como contribuintes no Estado de São Paulo e também em Minas Gerais, conforme protocolo firmado anteriormente com o governo mineiro. Mais informações estão disponíveis no site www.sefaz.rs.gov.br.
Fonte: Governo do RS

Vinhos brasileiros na Fórmula Indy

Os vinhos brasileiros estarão presentes na 14ª etapa da Fórmula Indy 2009, que acontece neste domingo (23), com o GP de Sonoma, no circuito de Infineon, na Califórnia, nos Estados Unidos. A convite da Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos do Brasil (Apex-Brasil), a gerente de Promoção Comercial do Projeto Setorial Wines From Brazil, Andreia Gentilini Milan, estará presente na prova realizando uma degustação de vinhos e espumantes de quatro vinícolas brasileiras nas áreas VIPs do autódromo californiano.
Casa Perini, Courmayer, Mena Kaho e Miolo Wine Group, que já exportam para os Estados Unidos, terão o privilégio de oferecer seus produtos a autoridades e convidados especiais da Fórmula Indy, a competição automobilística de velocidade mais tradicional dos Estados Unidos. Andreia explica que a oportunidade foi oferecida pela Apex-Brasil, parceira do Projeto Setorial Wines From Brazil e patrocinadora da Fórmula Indy em 2009 e 2010, já que o etanol é o combustível oficial da competição. “Será um bom momento para estreitarmos o relacionamento dos vinhos brasileiros com os importadores, clientes e jornalistas norte-americanos”, afirma Andreia.
Dois compradores de vinhos – um estabelecido na Califórnia, Jaime Reyes, e outro potencial, Ron Scharman – estarão presentes na corrida a convite da Apex, indicados pelo Ibravin. Outros dois importadores e um jornalista-sommelier igualmente foram convidados a participarem da degustação de vinhos brasileiros na Fórumula Indy neste domingo. Todos terão acesso à área VIP, aos boxes e pit lane. A corrida está marcada para as 18h35, com transmissão ao vivo pela tevê Bandeirantes no Brasil.
Os vinhos abaixo relacionados, que serão servidos na degustação na Fórumula Indy, já estão disponíveis e sendo comercializados nos Estados Unidos:
- Casa Perini: Cabernet Sauvignon e Merlot
- Courmayeur: Extra Brut e Chardonnay Brut
- Mena Kaho: Cabernet Sauvignon e Merlot
- Miolo: Miolo Brut Rose, Miolo Cuvee Giuseppe, Miolo Pinot Noir
Fonte: Wines from Brazil

Almadén, Salton e da Miolo

A Almadén, que no passado chegou a vender 1,100 milhão de caixas de vinho (seis litros) - número que caiu para os atuais 300 mil caixas -, tornou-se alvo das duas maiores vinícolas brasileiras: a Salton e a Miolo. As vendas atuais da Almadén são da ordem de R$ 20 milhões anuais, estimam fontes do mercado.
A Salton se mostra disposta a fazer uma oferta para adquirir a Almadén, instalada em Santana do Livramento (RS).
A empresa alega, porém, que a Almadén ainda não mostrou interesse em ser vendida. A Miolo também está de olho no mercado e afirma que a Almadén é uma marca que "interessaria à empresa". Ambas as empresas negam ter conversado com a francesa sobre tal operação.
Por enquanto, avisou o diretor comercial da Salton, Wagner Ribeiro, que a Pernod não fez nenhum sinal para vender a Almadén. Fontes do mercado asseguram, entretanto, que há tempos o grupo francês demonstra interesse em vender a Almadén.
"Quando a empresa [Pernod] demonstrar interesse em vender [a Almadén], a compra dela entraria na pauta dos planos de crescimento da Salton", respondeu Ribeiro, quando questionado se a compra da Almadén estaria dentro dos planos de crescimento de 20% da Salton em 2009. A concorrência também nega: "A Miolo sempre está interessada em fazer bons negócios, mas ela não foi cogitada para a compra da Almadén, que é uma marca que nos interessa", disse o diretor nacional de vendas da Miolo, Marcio Bonilha.
Com previsão de faturar R$ 200 milhões em 2009, a Salton, que opera com plena capacidade instalada, prevê crescer 20% este ano na produção e nas vendas sobre o ano passado. Essa é a previsão do mercado de vinho. A Miolo prevê faturar 20% mais este ano e atingir receita entre R$ 85 e R$ 90 milhões - e produzir 1,4 milhão de caixas de seis unidades de vinho.
A produção total da Salton é de seis milhões de caixas, dos quais três milhões são de vinho e três, de conhaque da marca Presidente.
Para atingir a meta de crescer 20%, a Salton investirá R$ 8 milhões este semestre: R$ 1 milhão na aquisição de quatro tanques (autoclaves) usados na segunda fermentação dos espumantes; e R$ 6 milhões ou R$ 7 milhões na compra de equipamentos para instalar uma nova linha de engarrafadora. O alvo é aumentar a área de espumantes, que têm caído no gosto do brasileiro.
Fonte: ABE

Receita rejeita selo de IPI em garrafa de vinho

Uma avaliação técnica da Receita Federal reprovou a ideia de exigir selos nas garrafas para comprovar o pagamento do IPI
O pedido é da Câmara Setorial do Vinho e tinha sido levado ao ministro da Agricultura em 6 de abril. A decisão será do ministro da Fazenda, Guido Mantega, mas o tema será encaminhado pelo secretário-executivo do ministério, Nelson Machado.
Ontem, o subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita, Michiaki Hashimura, recebeu parlamentares e vários representantes de 102 pequenos produtores de vinho. Eles criticaram o alto custo do selo, aproximadamente R$ 0,20 por garrafa, se comparado ao do preço mínimo do quilo da uva (R$ 0,46).
O sócio da Vallontano, Luís Henrique Zanini - presidente da União Brasileira de Vinícolas Familiares e Pequenos Vinicultores (Uvifam) - explicou que o documento levado à Receita demonstra que o selo não evita fraudes e a sonegação, mas tem custo suficiente para tirar do mercado empresas com estrutura familiar. "A Receita foi muito sensível aos nossos argumentos.
Disseram que o governo não tomará decisão que possa prejudicar os empreendedores familiares", revelou Zanini.

A Vallontano é um exemplo de vinícola que pode não suportar essa carga de burocracia e custos adicionais. Zanini revelou que sua empresa tem quatro sócios e ainda conta com dois estagiários. Produzem vinhos tintos, brancos e espumantes, com total de cerca de 30 mil garrafas por ano.
De acordo com Zanini, várias associações que apoiaram a ideia do selo voltaram atrás depois de serem informadas dos custos e da burocracia que terão de enfrentar. Ele citou, nessa situação, a Associação Catarinense dos Vinhos de Altitude (Acavitis), a ProGoethe (entidade que representa as vinícolas de Santa Catarina que usam essa uva), Associação Brasileira de Enologia, a Associação Gaúcha de Vitivinicultores (Agavi) e a Associação das Vinícolas de Garibaldi (Aviga).
José Molon, da Agavi, procurou ressaltar que sua entidade votou a favor do selo porque não teve oportunidade de receber informações nem sequer de discutir minimamente o assunto. Agora, querem deixar claro ao governo que as 78 vinícolas representadas são contra o selo.
Outro dirigente da Uvifam, Werner Schumacher, rebateu um dos argumentos dos defensores do selo. A estimativa de 15 milhões de litros por ano que entrariam no mercado sem pagar tributos é, na sua avaliação, desprezível se comparada aos 150 milhões de litros excedentes que, no ano passado, não encontraram mercado no Brasil. "O país tem mais de 1 milhão de pontos de venda. Quem vai fiscalizá-los? O custo operacional do selo é muito alto e a burocracia é enorme. Para piorar a nossa situação, a colagem terá de ser manual", protestou.
O documento da Câmara Setorial do Vinho entregue em abril ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, pede que a vigência inicial e experimental do selo de controle do IPI seja de dois anos. Se não for eficaz, deve ser extinto.

Fonte: ABE